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Os ouvidos de alta definição do carteiro captaram, apesar do exílio virtual, nas Vozes do Sul. Abre aspas.

 

Entrevista exclusiva de Lula à Al Jazeera na TeleSur

 

EEUU ha tenido gran participación en golpes de Estado en América Latina

 

En una entrevista exclusiva para la cadena Al Jazzera en inglés, que TeleSUR transmitiu no último sábado (9/06) a las 19H00 (Caracas), el presidente de Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, aseguró la participación de EEUU en los golpes de Estado desarrollados en América Latina.

 

El Presidente de Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva aseguró que EEUU ha tenido una gran participación en las políticas internas latinoamericanas. En la conversación exclusiva que sostuvo con la cadena internacional Al Jazzera, y que será transmitida por TeleSUR para toda América Latina, Lula resaltó la actuación de Washington en los derrocamientos militares en latinoamerica.

"Los golpes militares que acontecieron en toda América Latina: Chile, Argentina, Uruguay y Brasil, apenas para dar algunos ejemplos, contaron con una gran participación de la política externa de EEUU", explicó el presidente de Brasil.

En la entrevista, que TeleSUR difundirá en su totalidad este sábado a las 19H00 (Caracas), el mandatario brasileño dijo además, que EEUU carece de disposición para contribuir con el desarrollo de América Latina.

"Nunca vi una política americana para contribuir con el desenvolvimiento de los países más pobres de América Latina. Por eso, la región latinoamericana tiene una visión antagónica del gobierno estadounidense. Además, la imagen de EEUU, por ejemplo, en la guerra de Vietnam, en la guerra de Irak, Bahía de Cochinos en Cuba, representan intervenciones por las que se han confrontado hasta los propios americanos", explicó.

 

Relación irreconciliable

 

Por otro lado, Lula manifestó que es "casi imposible" que los presidentes de Venezuela, Hugo Chávez, y Estados Unidos, George W. Bush, establezcan una nueva relación y sólo consideró posible una buena relación entre ambos países "con otro presidente de la República".

 

El mandatario brasileño consideró "curiosas" las diferencias que existen entre Chávez y Bush, debido a la necesidad que existe entre ambos mandatarios por el petróleo.



Escrito por Eduardo Martinez às 08h40
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"Me parece muy curiosa la pelea del presidente Chávez con el presidente Bush, porque Estados Unidos necesita del petroleo de Venezuela, y Venezuela necesita vender petróleo a Estados Unidos. Entonces, es una pelea que muchas veces yo no consigo entender", comentó.

 

Explicó sin embargo que la política antiestadounidense del presidente venezolano se debe a la subordinación que experimentó Venezuela ante la política norteamericana, y por la participación de Washington en el golpe de Estado contra Chávez de 2002.

 

"Pienso que durante muchos años, la política de la propia Venezuela fue muy subordinada a la politica americana, sobretodo en relación al petróleo, y es contra esto que el presidente Chávez se insurge y también porque el presidente Chávez tiene en cuenta que fueron los americanos que intentaron derrocarlo", precisó.

 

No obstante, Lula aclaró que para Brasil, tanto Venezuela como EEUU "son dos países amigos y lo que nosostros queremos es que ellos vivan en paz y sobretodo que los dos vivan en paz con Brasil", sentenció.

 

Buenas relaciones, pese a divergencias

 

El presidente Lula destacó la buena relación que tiene con su par venezolano, a quien consideró como un "amigo y compañero", y manifestó tener "confianza en el presidente Chávez" de la misma forma en que, aseguró, el presidente venezolano "tiene confianza en mí".

 

"Chávez es un compañero que tiene una relación extraordinaria conmigo personalmente y con Brasil. Brasil tiene interés en Venezuela. Chávez tiene interés en Brasil, tenemos alianzas. Estamos construyendo una refinería como socios. Hay muchas inversiones de Brasil en Venezuela, y creo que esta amistad seguirá", enfatizó.

 

Con respecto al tema del etanol, que Chávez ha criticado, Lula aclaró que no existe "discordacia" con su par venezolo, pues cada uno está claro en "que cada país tiene soberanía para decidir su matriz energética".

 

"Lo que hay es que Chávez gobierna un país que tiene mucho petróleo, por lo tanto, los biocombustibles para él no tienen el mismo peso (...) Chávez es un comprador de etanol de Brasil por lo tanto tenemos mucha claridad de que cada país tiene soberania para decidir su matriz energética", precisó.

 

Lula destacó que, aunque Brasil es "autosuficiente en petróleo", los biocombustibles "contribuyen con la descontaminacion del planeta, con generación de renta y es la posibilidad del contienente africano, en el siglo XXI, de ser menos pobres de lo que fue en el siglo XX".

 

"Yo sueño con los paises ricos comprando biocombustibles y comprando etanol de los países africanos. Es todo lo que quiero: generar riqueza, generar empleo y distribuir la renta", expresó.

 

Fecha aspas. Nem tudo parece com o que é.



Escrito por Eduardo Martinez às 08h40
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CAPITANIAS HEREDITÁRIAS

Gustavo emalou. Abre aspas. Ou clique aqui.

EUA já revogaram 141 concessões de TV e rádio

A Administração Federal de Comunicações (FCC na sigla em inglês), um órgão do governo dos Estados Unidos, fechou 141 concessionárias de rádio e TV entre 1934 e 1987. Em 40 desses casos, a FCC nem esperou que acabasse o prazo da concessão.

Os dados foram levantados por Ernesto Carmona, presidente do Colégio de Jornalistas do Chile, no artigo intitulado "Salvador Allende se revolve em sua tumba: senadores socialistas comparam Chávez a Pinochet".

Casos citados pelo jornalista chileno: em julho de 1969 a FCC estadunidense revogou a concessão da WLBT-TV; em 1981, revogou a concessão da WLNS-T, em abril de 1999, a FCC Yanks Trinity License; em abril de 1998, revogou a concessão da rádio Daily Digest.

Só na década de 80 ocorreram dez casos de não renovação. E prossegue Carmona: "Na Inglaterra, o governo Margareth Thatcher cancelou a concessão de uma das maiores estações de TV do país, simplesmente por ter difundido notícias desagradáveis, embora absolutamente verídicas".

Argumentou, simplesmente, que "se tiveram a estação de TV por 30 anos, por que deveriam ter um monopólio?". Também no Reino Unido, a autoridade estatal decretou, em março de 1999, o fechamento temporário do MED TV, canal 22; em agosto de 2006, revogou a licença da ONE TV; em janeiro de 2004, a licença da Look 4 Love 2; em novembro de 2006, a da StarDate TV 24; e em dezembro de 2006, revogou o canal de televendas Auctionworld.

Do Canadá vem o exemplo da Country Music Television, que teve a concessão revogada em 1999. A Espanha revogou em julho de 2004 a concessão da TV Laciana (um canal a cabo) e, em abril de 2005, a das emissoras de rádio e TV de sinal aberto em Madri.

A seguir, em julho de 2005, determinou o fechamento da TV Católica. Na França, revogou a licença da TV& em fevereiro de 1987, e em dezembro de 2004 fez o mesmo com a Al Manar. Em dezembro de 2005, fechou a TF1, por ter colocado em dúvida a existência do Holocausto.

Já a Irlanda revogou em 1990 a licença para a TV3 iniciar suas transmissões. A Rússia, em agosto de 2000, fechou uma emissora de TV por divulgar publicidade subliminar. Já em março de 2006, fechou a TV6.

Carmona diz também que são muitos os exemplos que vêm de países do Terceiro Mundo, de Bangladesh à América Latina. No Peru, em abril passado, foram fechados dois canais de TV e três de rádio por não cumprimento da lei local.

O Uruguai revogou em dezembro de 2006 as concessões das emissoras de rádio 94.5 FM e Concierto FM, de Montevidéu. El Salvador fez o mesmo em julho de 2003 com a Salvador Network.

"E em nenhum destes países houve uma campanha como a da atual RCTV, cuja concessão durou 53 anos", ironiza Carmona.

Ele recorda ainda que "a União Internacional de Telecomunicações (UIT) reconhece em toda a sua amplitude o direito soberano de cada Estado a regulamentar suas telecomunicações, tendo em conta a importância crescente das telecomunicações para a salvaguarda da paz e do desenvolvimento econômico e social dos Estados".

Fecha aspas. É só o que eu tive tempo de fazer agora. Há braços...



Escrito por Eduardo Martinez às 18h42
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