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CARTEIRO DO POETA


CASANOVA

Estive mudo, estou mudado, estou de mudança.

A partir de agora, seguindo a tendência da muda até a planta.

Estive mudo, estou mudado, estou de mudança.

A gente se encontra de novo AQUI.



Escrito por Eduardo Martinez às 09h53
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GERÚNDIO VAI, GERÚNDIO VEM

 

PQP. Está parecendo loucura. O carteiro do poeta gostando de novela, pelo menos dos primeiros capítulos. A culpa anda sendo do Antônio Fagundes e do Juvenal Antena, duas caras do mesmo cara. Ele acabou criando um campo de força em torno do personagem, como fogo de artifício atraindo o olhar curioso e permanecendo aceso o tempo todo, o alter ego da Globo denunciando Ali Kamel nas entrelinhas, o Grande Irmão que tudo está vendo e a todos controlando. O personagem marcado na paleta, com a logo global, só pode ser encarnado por um mestre de cerimônias crível, para vestir com sua imagem inquestionável a pele da mente de cada telespectador. A cultura do momento. Tudo assim: claro e supostamente urgente, intenso e pretensamente único.

 

A única coisa imperceptível está sendo a ligação, o fio que vai prendendo uma coisa a outra, o padrão Globo de qualidade, o figurino físico e espiritual do Antena como uma luva nas mãos do Antônio e o Juvenal como crachá global no peito do Fagundes. Assim vai ficando mais fácil ir aceitando o que está dando na tevê, sem complexo de culpa, porque a idéia que acaba permanecendo é a suposta credibilidade do veículo pelas qualidades do ator e do roteiro, além do alcance do sinal. O resto pode ir virando periférico, até a própria zona Sul, quando as prioridades em jogo estão colocando em risco a hegemonia. 

 

Eu nem estava prestando muita atenção na tevê. Quando minha filha, Íris, chegou questionando o porquê da comunidade “no vela” no meu orkut. Lá pelas nove e pouco da noite fui sendo pego com a mão na massa. Pode ser dividendo das ligações do Fagundes com as propagandas petistas, há algum tempo. E a história sendo interessante, acaba valorizando o que a classe dominante não gosta de ir admitindo como sujeito da cena, só de usar consumindo como figurante.

 

A  presença da Globo e o que ela vem representando na ditadura cultural brasileira está garantindo, na história do país, seu lugar marcado e permanente como uma grande e dolorosa cicatriz da velha fratura institucional exposta: a cultura do atalho político no entulho institucional. Outro tipo de miséria: a que vai sobrevivendo do grande lixão cultural que as elites andam defecando no vaso da sala.

 

Coisa que o governo Lula ainda não está logrando êxito em democratizar, porque só tem cura passando pela democratização da liberdade de imprensa: uma verdade inconveniente, condenada a uma das mãos: a mão única. Será preciso ir amputando de volta do corpo de quem a transplantou da realidade para a ficção e anda tomando conta dos horários nobres.

 

Aqui em São Borja, o carteiro do poeta vai encontrando um (su)jeito de fazer algo parecido com jornalismo, sem abrir mão da militância política. Ancorando a Tribuna Livre em uma rádio comunitária local (ainda não está dando para botar na rede, nem sei se vai dar). O único formato possível, contemplando a democracia radical, inclusive para ele (carteiro de poeta: dois traços de uma personalidade pretensamente ampla, eu).

 

A Agência Chasque de Notícias também vai sendo presença constante na ordem de cada dia, com a Radioagência NPO RS Urgente e Diário Gauche, Conversa Afiada, Sivuca e Rede Blogo e BlogoleoneE “otras cositas”, como sinopse da Radiobrás, Carta Maior e CapitalE o principal: as pessoas transitando por aqui, estacionadas em algum lugar ou idéia fixos ou em movimento (social).  

 

Obrigado a estar trancando o curso de jornalismo na Unipampa, por falta de pernas, até criar novas asas, vai arrancando com o próprio bico as últimas penas velhas e, afinal, inúteis, para ir renascendo da cinzas. Ou das penas. Aulas em dois turnos, manhã e tarde, de terça à quinta (agora também à noite, alguns dias da semana), com sextas e sábados inteiros vagos, vão impedindo a participação de trabalhadores (mesmo os desempregados) nativos na brincadeira. Coisas da vida. Ou alguma outra interpretação mais apropriada. No melhor sentido que as palavras forem merecendo e a atitude credenciando.

 

Dissidente do governo do Distrito Federal, o carteiro do poeta vai continuar jogando gerúndio, ou barro, no fogo (querendo fazer tijolo) e botando pulga atrás da orelha de quem não está se enxergando e nem querendo ver. Quem sabe a gente vai ajudando. E acordando junto.

 

O pôr do sol, não sendo a novela das sete, é roubo do poente argentino por um horizonte brasileiro, a curva do rio, no fundo do cais do porto, em São Borja. Poesia não vive só sendo tinta em papel. Isso é só a cicatriz do risco de estar sendo literário.



Escrito por Eduardo Martinez às 08h50
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AVISO AOS NAVEGANTES

Voltareeemos...



Escrito por Eduardo Martinez às 11h11
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PAPAGAIO-BOMBA

Cuidado com o papagaio. Há muita ave dessa espécie que transmite intensa capacidade de persuasão. Não me refiro a da retórica do bicho, que não persuade ninguém, mas a da dialética do dono do ombro que lhe serve de poleiro, esse sim é sempre cheio de palavrões em todas as línguas. O carteiro e o poeta acreditam que o papagaio do ombro acima é veríssimo, enquanto o louro do “ombro armas!” é inveríssimo. Até aí tudo bem. A porca torce o rabo mesmo é se houver confusão entre ordem unida e construção coletiva. Ditas pelo papagaio errado, o sentido vira sen-ti-do! Porque não dizem sub-me-ti-do de uma vez? Se for o ocaso deste curto período de democracia quase republicana, deu pra bola e nem deu no couro. Alguém vai dizer: ninguém mandou dar bola pro coro e vaiar por vaiar. Acho que não é preciso identificar a fonte do texto abaixo, que tem um título sugestivo: cumplicidade. O autor é Veríssimo, Luis Fernando. Abre aspas.

 

Uma comprida palavra em alemão (há uma comprida palavra em alemão para tudo) descreve a "guerra de mentira" que começou com os primeiros avanços da Alemanha nazista sobre seus vizinhos. A pouca resistência aos ataques e o entendimento com Hitler buscado pela diplomacia européia mesmo quando os tanques já rolavam se explicam pelo temor comum ao comunismo. A ameaça maior vinha do Leste, dos bolcheviques, e da subversão interna. Só o fascismo em marcha poderia enfrentá-la. Assim muita gente boa escolheu Hitler como o mal menor. Ou, comparado a Stalin, o mau menor. Era notório o entusiasmo pelo nazismo em setores da aristocracia inglesa, por exemplo, e dizem até que o rei Edward VIII foi obrigado a renunciar não só pelo seu amor a uma plebéia mas pela sua simpatia à suástica. Não tardou para Hitler desiludir seus apologistas e a guerra falsa se transformar em guerra mesmo, todos contra o fascismo. Mas por algum tempo os nazistas tiveram seu coro de admiradores bem-intencionados na Europa e no resto do mundo - inclusive no Brasil do Estado Novo. Mais tarde estes veriam, em retrospecto, do que exatamente tinham sido cúmplices sem saber. Na hora, aderir ao coro parecia a coisa certa.

Comunistas aqui e no resto do mundo tiveram experiência parecida: apegarem-se, sem fazer perguntas, ao seu ideal, que em muitos casos nascera da oposição ao fascismo, mesmo já sabendo que o ideal estava sendo desvirtuado pela experiência soviética, foi uma opção pela cumplicidade. Fosse por sentimentalismo, ingenuidade ou convicção, quem continuou fiel à ortodoxia comunista foi cúmplice dos crimes do stalinismo. A coisa certa teria sido pular fora do coro, inclusive para preservar o ideal.

Se esses dois exemplos ensinam alguma coisa é isto: antes de participar de um coro, veja quem estará do seu lado. No Brasil do Lula é grande a tentação de entrar no coro que vaia o presidente. Ao seu lado no coro poderá estar alguém que pensa como você, que também acha que Lula ainda não fez o que precisa fazer e que há muita mutreta a ser explicada e muita coisa a ser vaiada. Mas olhe os outros. Veja onde você está metido, com quem está fazendo coro, de quem está sendo cúmplice. A companhia do que há de mais preconceituoso e reacionário no país inibe qualquer crítica ao Lula, mesmo as que ele merece.

Enfim: antes de entrar num coro, olhe em volta.

 

Fecha aspas. Olhe bem, preste atenção. É fantástico. O chô da vida: "o museu de grandes novidades". É, o tempo não pára.



Escrito por Eduardo Martinez às 14h17
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GLOBOTOX

 

O cara É u gênio, Neves. Na campereada (a pé) de hoje o carteiro encontrou essa charge desgarrada no Blogoleone.



Escrito por Eduardo Martinez às 09h13
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KAYSER QUE ACONTECE

 

O carteiro e o poeta também. A batalha dos aflitos vai perder a graça. Clique aqui para ver melhor ou acesse o Blogue do Kayser.



Escrito por Eduardo Martinez às 08h53
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DEMOCRA-CIA

 

 

Agora o carteiro e o poeta começam a entender o significado da palavra democracia.

 

Excluída a elite branca, que fabrica o sentido que bem entende e nos enfia goela abaixo, para os "mortais" como nós é como aqueles programas de computador distribuídos de graça para experimentar, os tais "demo".

 

E todo aquele que tem a coragem de se opor a essa leitura é taxado de oportunista.

 

Então, vejamos o que o Azenha (não o bairro dos "imortais" de Porto Alegre) publicou no Vi o Mundo.

 

Abre aspas.

 

Quatro meses antes do golpe de 64, CIA taxava Goulart de "oportunista" e listava os principais inimigos no Brasil


De um calhamaço de 11 mil páginas de documentos TOP SECRET que a Central de Inteligência Americana (CIA) divulgou hoje, com análises do período da guerra fria, um diz respeito diretamente ao Brasil. A título de avaliar a disputa entre a União Soviética e a China por influência na América Latina, em primeiro de novembro de 1963 os analistas da CIA descreveram a situação no Brasil: "Neste país, que tem metade da população da América Latina e que é o maior alvo comunista no Hemisfério Ocidental, o grande e semi-legal Partido Comunista (PCB), de Luis Carlos Prestes, por anos tem tentado com algum sucesso expandir a influência do partido na vida política brasileira explorando a complexa rede de relacionamentos entre as forças de esquerda e as forças nacionalistas", diz o texto. Leia Mais.

 

Fecha aspas.

 

Leia mais aqui no Portal PTSul.

 

Dez ou mais culpas, mas fazemos (carteiro e poeta) questão de quebrar o protocolo do Sivuca: seus filhos da puta!

 

Esta licenciosidade é um resgate histórico do sabor autêntico do Cálice do Chico, ou seja, não seja, não ouça, não fale, não viva.

 

Na verdade, o significado da palavra era e é, para as viúvas insaciáveis, Cale-se.

 

Na época, a censura obrigava o poeta a não dizer certas coisas, ou ser veja, "de que me vale ser filho da santa, melhor seria ser filho da outra".



Escrito por Eduardo Martinez às 14h13
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VITÓRIA DA IMPRENSA ALTERNATIVA

Da Carta Maior, abre aspas.

 

Carta Maior, Carta Capital e Luís Nassif foram indicados por um júri altamente qualificado e depois votados nas respectivas categorias, como a melhor imprensa do Brasil. A eleição, de livre acesso, foi conduzida na página do Portal da Imprensa, e teve quase 20 mil votantes.

 

Fecha aspas. Leia mais aqui.



Escrito por Eduardo Martinez às 11h07
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DIREITO À COMUNICAÇÃO

 

Da Carta Maior. Abre aspas.

Ação do MPF defende mais democracia na radiodifusão brasileira

Em ação inédita, Ministério Público Federal acusa União e Anatel de negligenciarem direito à comunicação das rádios comunitárias que aguardam homologação. Novas tecnologias desmentem a escassez do espectro.

Fecha aspas. Leia o texto completo aqui.



Escrito por Eduardo Martinez às 10h29
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OLHA QUEM ESTÁ FALANDO

 

Os ouvidos de alta definição do carteiro captaram, apesar do exílio virtual, nas Vozes do Sul. Abre aspas.

 

Entrevista exclusiva de Lula à Al Jazeera na TeleSur

 

EEUU ha tenido gran participación en golpes de Estado en América Latina

 

En una entrevista exclusiva para la cadena Al Jazzera en inglés, que TeleSUR transmitiu no último sábado (9/06) a las 19H00 (Caracas), el presidente de Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, aseguró la participación de EEUU en los golpes de Estado desarrollados en América Latina.

 

El Presidente de Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva aseguró que EEUU ha tenido una gran participación en las políticas internas latinoamericanas. En la conversación exclusiva que sostuvo con la cadena internacional Al Jazzera, y que será transmitida por TeleSUR para toda América Latina, Lula resaltó la actuación de Washington en los derrocamientos militares en latinoamerica.

"Los golpes militares que acontecieron en toda América Latina: Chile, Argentina, Uruguay y Brasil, apenas para dar algunos ejemplos, contaron con una gran participación de la política externa de EEUU", explicó el presidente de Brasil.

En la entrevista, que TeleSUR difundirá en su totalidad este sábado a las 19H00 (Caracas), el mandatario brasileño dijo además, que EEUU carece de disposición para contribuir con el desarrollo de América Latina.

"Nunca vi una política americana para contribuir con el desenvolvimiento de los países más pobres de América Latina. Por eso, la región latinoamericana tiene una visión antagónica del gobierno estadounidense. Además, la imagen de EEUU, por ejemplo, en la guerra de Vietnam, en la guerra de Irak, Bahía de Cochinos en Cuba, representan intervenciones por las que se han confrontado hasta los propios americanos", explicó.

 

Relación irreconciliable

 

Por otro lado, Lula manifestó que es "casi imposible" que los presidentes de Venezuela, Hugo Chávez, y Estados Unidos, George W. Bush, establezcan una nueva relación y sólo consideró posible una buena relación entre ambos países "con otro presidente de la República".

 

El mandatario brasileño consideró "curiosas" las diferencias que existen entre Chávez y Bush, debido a la necesidad que existe entre ambos mandatarios por el petróleo.



Escrito por Eduardo Martinez às 08h40
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"Me parece muy curiosa la pelea del presidente Chávez con el presidente Bush, porque Estados Unidos necesita del petroleo de Venezuela, y Venezuela necesita vender petróleo a Estados Unidos. Entonces, es una pelea que muchas veces yo no consigo entender", comentó.

 

Explicó sin embargo que la política antiestadounidense del presidente venezolano se debe a la subordinación que experimentó Venezuela ante la política norteamericana, y por la participación de Washington en el golpe de Estado contra Chávez de 2002.

 

"Pienso que durante muchos años, la política de la propia Venezuela fue muy subordinada a la politica americana, sobretodo en relación al petróleo, y es contra esto que el presidente Chávez se insurge y también porque el presidente Chávez tiene en cuenta que fueron los americanos que intentaron derrocarlo", precisó.

 

No obstante, Lula aclaró que para Brasil, tanto Venezuela como EEUU "son dos países amigos y lo que nosostros queremos es que ellos vivan en paz y sobretodo que los dos vivan en paz con Brasil", sentenció.

 

Buenas relaciones, pese a divergencias

 

El presidente Lula destacó la buena relación que tiene con su par venezolano, a quien consideró como un "amigo y compañero", y manifestó tener "confianza en el presidente Chávez" de la misma forma en que, aseguró, el presidente venezolano "tiene confianza en mí".

 

"Chávez es un compañero que tiene una relación extraordinaria conmigo personalmente y con Brasil. Brasil tiene interés en Venezuela. Chávez tiene interés en Brasil, tenemos alianzas. Estamos construyendo una refinería como socios. Hay muchas inversiones de Brasil en Venezuela, y creo que esta amistad seguirá", enfatizó.

 

Con respecto al tema del etanol, que Chávez ha criticado, Lula aclaró que no existe "discordacia" con su par venezolo, pues cada uno está claro en "que cada país tiene soberanía para decidir su matriz energética".

 

"Lo que hay es que Chávez gobierna un país que tiene mucho petróleo, por lo tanto, los biocombustibles para él no tienen el mismo peso (...) Chávez es un comprador de etanol de Brasil por lo tanto tenemos mucha claridad de que cada país tiene soberania para decidir su matriz energética", precisó.

 

Lula destacó que, aunque Brasil es "autosuficiente en petróleo", los biocombustibles "contribuyen con la descontaminacion del planeta, con generación de renta y es la posibilidad del contienente africano, en el siglo XXI, de ser menos pobres de lo que fue en el siglo XX".

 

"Yo sueño con los paises ricos comprando biocombustibles y comprando etanol de los países africanos. Es todo lo que quiero: generar riqueza, generar empleo y distribuir la renta", expresó.

 

Fecha aspas. Nem tudo parece com o que é.



Escrito por Eduardo Martinez às 08h40
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CAPITANIAS HEREDITÁRIAS

Gustavo emalou. Abre aspas. Ou clique aqui.

EUA já revogaram 141 concessões de TV e rádio

A Administração Federal de Comunicações (FCC na sigla em inglês), um órgão do governo dos Estados Unidos, fechou 141 concessionárias de rádio e TV entre 1934 e 1987. Em 40 desses casos, a FCC nem esperou que acabasse o prazo da concessão.

Os dados foram levantados por Ernesto Carmona, presidente do Colégio de Jornalistas do Chile, no artigo intitulado "Salvador Allende se revolve em sua tumba: senadores socialistas comparam Chávez a Pinochet".

Casos citados pelo jornalista chileno: em julho de 1969 a FCC estadunidense revogou a concessão da WLBT-TV; em 1981, revogou a concessão da WLNS-T, em abril de 1999, a FCC Yanks Trinity License; em abril de 1998, revogou a concessão da rádio Daily Digest.

Só na década de 80 ocorreram dez casos de não renovação. E prossegue Carmona: "Na Inglaterra, o governo Margareth Thatcher cancelou a concessão de uma das maiores estações de TV do país, simplesmente por ter difundido notícias desagradáveis, embora absolutamente verídicas".

Argumentou, simplesmente, que "se tiveram a estação de TV por 30 anos, por que deveriam ter um monopólio?". Também no Reino Unido, a autoridade estatal decretou, em março de 1999, o fechamento temporário do MED TV, canal 22; em agosto de 2006, revogou a licença da ONE TV; em janeiro de 2004, a licença da Look 4 Love 2; em novembro de 2006, a da StarDate TV 24; e em dezembro de 2006, revogou o canal de televendas Auctionworld.

Do Canadá vem o exemplo da Country Music Television, que teve a concessão revogada em 1999. A Espanha revogou em julho de 2004 a concessão da TV Laciana (um canal a cabo) e, em abril de 2005, a das emissoras de rádio e TV de sinal aberto em Madri.

A seguir, em julho de 2005, determinou o fechamento da TV Católica. Na França, revogou a licença da TV& em fevereiro de 1987, e em dezembro de 2004 fez o mesmo com a Al Manar. Em dezembro de 2005, fechou a TF1, por ter colocado em dúvida a existência do Holocausto.

Já a Irlanda revogou em 1990 a licença para a TV3 iniciar suas transmissões. A Rússia, em agosto de 2000, fechou uma emissora de TV por divulgar publicidade subliminar. Já em março de 2006, fechou a TV6.

Carmona diz também que são muitos os exemplos que vêm de países do Terceiro Mundo, de Bangladesh à América Latina. No Peru, em abril passado, foram fechados dois canais de TV e três de rádio por não cumprimento da lei local.

O Uruguai revogou em dezembro de 2006 as concessões das emissoras de rádio 94.5 FM e Concierto FM, de Montevidéu. El Salvador fez o mesmo em julho de 2003 com a Salvador Network.

"E em nenhum destes países houve uma campanha como a da atual RCTV, cuja concessão durou 53 anos", ironiza Carmona.

Ele recorda ainda que "a União Internacional de Telecomunicações (UIT) reconhece em toda a sua amplitude o direito soberano de cada Estado a regulamentar suas telecomunicações, tendo em conta a importância crescente das telecomunicações para a salvaguarda da paz e do desenvolvimento econômico e social dos Estados".

Fecha aspas. É só o que eu tive tempo de fazer agora. Há braços...



Escrito por Eduardo Martinez às 18h42
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RUA ZERO

Não.

 

Não desisti.

 

E não digam pra não falar tantos nãos.

 

Por enquanto, carteiro e poeta caminham “por uma rua que passa em muitos paises”, particularmente, os do mundo terceirizado: a rua zero.

 

Zero caloria, zero açúcar. Enfim, a velha rua da amargura.

 

Um dia ressuscitam.

 

E ressurgem das cinzas dos cigarros não fumados.

 

Espero continuar não fumando.

 

Aos que permanecem na luta, há braços e beiços na alma.



Escrito por Eduardo Martinez às 15h14
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SIVUCA JÁ

O Observatório da Imprensa traz um texto de Luciano Martins Costa com o título Nasce em Boston o jornal de todos.

Olha aí o primeiro parágrafo.

Abre aspas.

Começa nesta semana, em Boston (EUA), uma experiência que vale a pena acompanhar: o jornal BostonNow estreou na internet nesta segunda-feira (16/4) anunciando para o dia seguinte sua estréia nas ruas, sem custo para os leitores. A novidade: ele foi construído em apenas dois meses, a partir de um convite geral à adesão de centenas de blogueiros da região.

Fecha aspas. Clique AQUI para ler o texto completo.

Em um dos dois comentários postados lá até agora, o químico Vegner Utuni diz:

- Qual a novidade? Já encontrei outros jornais assim. Mesmo no Brasil há alguns que seguem este modelo. Claro, não são tão divulgados.

No outro, o jornalista Erich Vallim Vicente fala:

- Eu achei fenomenal o projeto do BostonNow. Se vai dar certo, é outra história. Mas a concepção aperfeiçoa a participação do receptor como contribuinte da notícia. E, além disso, joga um balde de água fria nos frenéticos defensores de registro para atuar como jornalista. Pode até ser ufanismo, mas o vejo como um marco no jornalismo.

Uma boa polêmica no pedaço, até porque desde o lançamento do Sivuca e com a crise do RS Urgente e da Carta Maior, sem falar no Boa Noite Pro Porco (cujo congelamento ainda não sei examente porque aconteceu, Marcelo), todas as alternativas apontam nesta mesma direção.

O carteiro e o poeta acreditam que jornalismo é a garantia da auto-sustentabilidade da democracia republicana (ou o contrário, da monarquia cultural obscurantista) e, por isso mesmo, não deve ficar restrito aos portadores de diploma: cães da província ou lobos globais?  



Escrito por Eduardo Martinez às 10h02
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CRESCER E DISTRIBUIR JÁ

Na contabilidade ‘maquiavelada’ do carteiro e do poeta, a ministra Dilma Roussef revela a opção feita pelo governo brasileiro diante dos desafios enfrentados pela esquerda no continente, e responde sim: os fins justificam o meio.

Paulo Henrique Amorim, no seu Conversa Afiada, revela o que rolou no encontro com a ministra Dilma no quarto andar do Palácio do Planalto.

O carteiro tomou a liberdade de selecionar algumas verdades ditas pela companheira Dilma na Conversa Afiada, sem dar satisfações ao poeta.

Verdade nº 1:

“O Brasil saiu do círculo vicioso de controle do orçamento, inflação, controle do orçamento, inflação... daquela incapacidade de ter estabilidade e crescimento. O Brasil vai conseguir provar que é possível crescer a taxas expressivas e distribuir a renda ao mesmo tempo”.

Havia aparentemente uma impossibilidade teórica de crescer e distribuir a renda ao mesmo tempo – diz ela. É o que os economistas diziam na mídia.

Tentar isso era quase uma irresponsabilidade do governante.

Mostramos que isso é possível”, diz Rousseff.

Rousseff faz questão de enfatizar que o Governo Lula conseguiu mostrar que isso “é possível no curto prazo”.

Não foi preciso esperar a economia crescer para depois começar uma política consistente de distribuição de renda.

Verdade nº 2:

Rouseff diz também que o PAC é o primeiro esforço brasileiro de pensar o crescimento da economia no médio prazo – nos quatro anos do segundo mandato do Presidente Lula.

“Não podemos admitir que a gestão governamental só seja para agir no curto prazo”, ela disse.

O Brasil hoje tem um rumo, uma visão estratégica, com o PAC – ela diz.

Verdade nº 3:

O Governo não precisou contratar nenhuma empresa de consultoria estrangeira para estudar e tomar providências sobre as necessidades do país na área energética, portos, transportes, logística.

Verdade nº 4:

Nessa discussão sobre o médio prazo, o país descobre quais são suas verdadeiras vocações.

É óbvio que o biocombustível é uma vocação.

Mas tem outra que está aí, e é uma vocação indiscutível do Brasil, diz Rousseff: é a biotecnologia.

Ela comenta com entusiasmo a notícia (clique aqui para ler a reportagem do Conversa Afiada sobre o assunto) de que um pesquisador da USP – Ribeirão Preto descobriu uma forma de combater o diabetes a partir de células–tronco.

Clique aqui para ler a Conversa Afiada completa com Dilma Roussef.

E aqui para ler entrevista com pesquisador do IPEA sobre o melhor índice de distribuição de renda do Brasil nos últimos 30 anos – e o papel importante que o Bolsa Família desempenhou nisso.



Escrito por Eduardo Martinez às 14h48
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